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Teleconsulta: As Falhas Na Prática E Os Riscos Envolvidos

Teleconsulta: as falhas na prática e os riscos envolvidos

A teleconsulta vem sendo cada vez mais comum no Brasil. Contudo, as legislações não são completas, o que dificulta o exercício padronizado entre os médicos. Mas quais são as falhas e os riscos envolvidos na prática? Continue lendo para saber e, ao final, conheça uma solução.

Um breve histórico da teleconsulta no Brasil

Para compreender o histórico da teleconsulta em nosso país, antes, é preciso contextualizar sobre a telemedicina. Em se tratando de atendimento remoto de pacientes e comparando com outros países – como EUA, China e Índia -, a telemedicina é uma nova modalidade no Brasil.

A telemedicina abrange todo serviço médico realizado a distância e que tenha o objetivo de assistência, educação e pesquisa em saúde. Essa prática é a única que o Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamentou na resolução nº 1.643/2002

Porém, desde a regulamentação do CFM, alguns fatores dificultaram o desenvolvimento da telemedicina brasileira até então, como relata a pesquisa realizada por Sabbatini (2012)

  • Dificuldade de aceitação por parte dos médicos; 
  • Alto custo e distribuição desigual da infraestrutura no território nacional;
  • Falta de meios para pagamento on-line do atendimento;
  • Brechas na legislação sobre a ética médica, dos limites da prática profissional e da responsabilidade jurídica.

Como vem ocorrendo o crescimento?

Mas foi na pandemia de 2020 que a telemedicina cresceu no Brasil. A crise acelerou a digitalização de muitos serviços, dessa forma, houve um aumento de 12% no uso da telemedicina para a saúde física e mental. Esses dados são da pesquisa da McKinsey & Company, de 2020, que você pode conferir clicando aqui.

Foi nessa mesma época que houve a permissão da telemedicina para fins de teleconsulta. Em março de 2020, o Ministério da Saúde autorizou a teleconsulta como medida emergencial na portaria nº 467/20. Entretanto, com caráter excepcional e temporário para a saúde pública.

Com a liberação da teleconsulta, podemos dizer que ela veio para ficar, porém ainda são necessários ajustes nas legislações para assegurar a segurança na comunicação e interação entre os médicos e pacientes. Mas sabemos que a vasta extensão territorial, os locais de difícil acesso e o avanço da telecomunicação são grandes oportunidades para o Brasil evoluir não apenas na teleconsulta, mas também em tudo o que abranja a telemedicina.

Porém, o cenário atual da teleconsulta chama atenção para um ponto crítico: a utilização de ferramentas inapropriadas para esse fim. E essa falha traz riscos para os médicos, bem como dos pacientes.

Quais são os riscos para os médicos e pacientes?

O fato é que os aplicativos de videoconferência, de mensagens instantâneas, telefones e diversos sistemas médicos não foram projetados para a telemedicina e, como consequência, nem para a teleconsulta. Dessa forma ocorrem lacunas no que diz respeito à segurança de informações: 

  • Os dados do paciente não estão seguros contra acesso de terceiros;
  • Os registros do médico não se integram outros sistemas e nem podem ser gravados corretamente, o que impossibilita o armazenamento em um único banco de dados;
  • Em muitos casos, é preciso usar outros meios eletrônicos para compartilhamento de exames e laudos;
  • A chance de multas por descumprimento da LGPD aumenta.

Por mais que a teleconsulta possa acontecer, mesmo com ferramentas inadequadas, ela não ocorre com garantia de privacidade e sigilo, e nem com a qualidade necessária no atendimento. Logo, o médico deve estar atento para não ameaçar a sua profissão ao infringir o Código de Ética Médica.

Então, como praticar a teleconsulta da maneira certa?

Entendemos que as resoluções médicas ainda são incompletas no que tange a regularização da teleconsulta. Todavia, há maneiras de atuar com o máximo de sigilo e privacidade dos dados dos pacientes. Por meio de softwares próprios para essa modalidade, é possível praticar a teleconsulta corretamente.

Para isso, é primordial que os sistemas utilizados na teleconsulta estejam em conformidade não somente com as definições atuais das legislações médicas, mas também com a LGPD. Sendo assim, existe a garantia da segurança das informações do paciente .

Conheça o ClickExame e o ClinicalForce

Recomendamos o uso integrado de dois sistemas da 2M Solutions: o ClickExame e o ClinicalForce. Com eles, a jornada ponta a ponta do paciente pela teleconsulta ocorre em um ambiente controlado e seguro, tanto em nível operacional, como financeiro e clínico. Veja outros diferenciais:

  • Agendamento da teleconsulta totalmente on-line: agenda de teleconsulta disponível no site ou redes sociais da clínica. Assim, o paciente visualiza os horários disponíveis de cada médico e realiza o agendamento a distância;
  • Garantia de pagamento: a confirmação da teleconsulta particular somente ocorre mediante pagamento, que pode ser feito por cartão de crédito ou boleto. Já para as consultas via convênio, é possível informar todos os dados necessários como se o paciente estivesse na recepção da clínica;
  • Ambiente virtual 100% seguro e regulamentado: a teleconsulta ocorre em sala virtual seguindo os preceitos do Conselho Federal de Medicina e da LGPD;
  • Integração com o prontuário eletrônico do paciente: médico preenche todas as informações diretamente no prontuário eletrônico do paciente, que é automaticamente salvo e armazenado no banco de dados do sistema;
  • Compartilhamento de exames: o paciente consegue enviar exames e laudos com facilidade;
  • Prescrição médica, atestados e pedidos de exames: o médico consegue enviar para o paciente via WhatsApp, SMS, e-mail ou QR Code.

Com todos os diferenciais da integração do ClickExame e do ClinicalForce, o paciente tem uma experiência rápida e intuitiva. Já a clínica realiza o controle de agendas e de pagamentos da teleconsulta com praticidade. Sendo que tudo ocorre dentro da lei.

Um case que comprova a eficiência de sistemas adequados

Por meio do ClicalForce e do ClickForce, teleconsultas foram realizadas na pandemia de 2020 em todo o Brasil, assegurando a proteção dos pacientes e dos médicos.

Em Brasília, os softwares foram utilizados para aproximar pessoas. Familiares puderam realizar chamada de vídeo com os pacientes internados no hospital de campanha. Confira o vídeo abaixo:

Conte com o ClinicalForce e o ClickExame para garantir uma jornada de teleconsulta completa, segura e regulamentada.

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